áreas de intervenção da podologia
esclarecimento sobre o curso superior de
história da podologia em portugal
Apercebo-me diariamente que os pacientes têm dúvidas sobre qual o termo correcto para designar o Profissional de Sáude responsável pelo Estudo, Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Pé.
Na Europa, com a entrada em vigor do Tratado/Convenção de Bolonha, a designação Podólogo caiu em desuso pois referia-se aos bachareis que com o Tratado/Convenção de Bolonha deixaram de existir, uma vez que terminaram os bacharelatos.
Actualmente a designação correcta para os Profissionais de Saúde com Grau Académico de Licenciatura em Podologia é Podologistas e para os Profissionais de Saúde com Grau Académico de Mestrado em Podologia é Podiatras.
Em Espanha ainda se utiliza a designação Podólogo para o profissional de saúde com Grau Académico de Licenciatura em Podologia, mas é uma característica própria da língua espanhola. É como no caso da palavra Dermatologista que em espanhol sofre uma mudificação para Dermatólogo.
No Brasil também é usado o termo Podólogo mas a formação destes profissionais neste pais não tem o grau académico correspondente a um curso de ensino superior de Podologia dos Estados Unidos ou da Europa.
Nos estados unidos e na generalidade dos países em que a língua mãe é o Inglês é correcto usar o termo Podiatrist ou DPM (Doctor of Podiatrist Medicine).
Em conclusão em Portugal podemos usar os termos Podologista ou Podiatra, pois são os mais correctos.
Cumprimentos,
Joana Azevedo
Pergunta:
Aproveito esta oportunidade para colocar a seguinte questão: Últimamente começei a sentir uma dôr muito fina nos dois dedos do pé direito, que estão a seguir ao dedo mindinho, dôr essa que se espalha quase até ao tornezelo, e fica insuportavel, impossibilitando-me de andar, tenho que me sentar e aliviar o pé do chão e só passado uns 10 m é que posso andar mais um pouco.
Fiz recentemente alguns tac`s a toda a coluna, e acusa muitos problemas, mas o meu médico ortopedista, não me dá uma explicação para este problema do pé que é o que mais me atormenta.
Fiz recentemente fisioterapia, e aos pés ligavam-me um aparelho que dava pequenos choques. Mas tudo voltou ao mesmo, e não senti melhoras.
Tenho o pé chato, e não corrigi, uso ultimamente sapatos ortopédicos, mas nada resolve.
O que poderá originar esta dôr? Será problema da coluna?
Sei que em França todos os problemas com os pés são encaminhados para esta especialidade, mas pensei que não existia no nosso país.
Agradeço a V/ atenção para um possivel esclarecimento, sobre este problema que tanto me impossibilita de fazer a minha vida normal.
Talvez interesse a minha idade, tenho 59 anos.
Com os melhores cumprimentos.
Resposta:
Os sintomas que descreve são típicos de uma patologia denominada “Neuroma de Morton”.
Trata-se de uma compressão da anastomose do nervo plantar interno e externo que se localiza no 3º espaço intermetatársico, compreendido entre a 3ª e 4ª cabeças metatársicas.
O Neuroma de Morton caracteriza-se pelo aparecimento brusco de uma dor viva, tipo sensação de queimadura ou descarga eléctrica que ascende à perna, a intensidade desta dor impede o caminhar e em alguns casos origina crises nocturnas.
O desejo de tirar o sapato e massajar o pé é um clássico indício de neuroma.
Existem alterações estruturais como é o caso do Pé Plano, vulgarmente denominado de “Pé Chato” que poderão ser a causa desta patologia.
É essencial uma avaliação clínica para confirmação do diagnóstico e realização do tratamento adequado, pelo que recomendo que procure um Podologista/Podiatra.
Pergunta:Boa tarde!
Sou a Sofia R. e tenho 22 anos, e tomei conhecimento do seu blog ao pesquisar na internet ajuda para resolver um problema que tenho com os meus pés.
Passo a explicar o que me aconteceu: No passado dia 20 de Outubro tive um jantar de curso, como sabia que iria passar muitas horas de pé e a dançar decidi não calçar sapatos de salto alto, mas sim umas sabrinas, de salto raso. Durante a tarde desse dia andei com as tais sabrinas calçadas, para tentar que a frente fosse alargando, visto não as calçar frequentemente.
Passei grande parte da noite de forma confortável, mas chegou a uma altura em que comecei a ficar com os pés muitos inchados, algo que me costuma acontecer quando passo muito tempo em pé, e comecei também a ter dores nos 1ºs dedos de ambos os pés, algo que também me costuma acontecer e sem ser necessário estar tanto tempo com determinado tipo de calçado.
Mas, acontece que quando me descalcei vi que não era o fato de os meus pés estarem inchados, nem estavam muito, a causa das minhas dores, mas sim os dedos grandes de ambos os pés. Estes estavam inchados, e ao tocar nas unhas doía-me imenso. Passada quase uma semana os meus dedos continuam inchados, as unhas com tom escuro, parecendo estar levantadas, e tenho dores, até quando toco nas unhas.
Mas, ontem, dia 25 de Outubro estive a cortar as unhas, cuidadosamente, mas, quando estava na unha do 1º dedo do pé direito, o corta-unhas espetou um pouco na pele e saiu líquido (de tom avermelhado e transparente), parecia que tinha rebentado uma bolha de água. Depois, experimentei a espetar, com uma agulha, com cuidado, a pele por baixo das unhas de ambos os pés e foi saindo sempre líquido. Começou a deixar de sair. Esta manhã voltei a fazer o mesmo procedimento, tornou a sair líquido, fui espetando e apertando as unhas até deixar de sair....Mas sinto e vejo que há mais por baixo das unhas. Estas ainda mantêm um tom escuro.
Peço desculpa por mandar um e-mail tão longo, mas preciso saber o que devo fazer, que medicamentos devo aplicar.
Sem mais assunto de momento, desde já agradeço a atenção.
Cumprimentos, Sofia R.
Resposta:
Cara Sofia,
os sapatos ou sabrinas que utilizou realmente foram os causadores deste problema. Habitualmente este calçado apesar de largo, tem uma biqueira baixa o que pressiona muito a ponta dos dedos.
O líquido ensanguentado que descreve é processo inflamatório com sangue provocado por microtraumatismos de repetição causados pelo sapato. Levaram ao rompimento de capilares ou pequenos vasos por baixo das unhas e consequentemente provocaram um hematoma subungueal.
Nestes casos o melhor que se faz é drenar o conteúdo inflamatório e hemático, para retirar a pressão e aliviar a dor.
Numa primeira fase e durante alguns dias, deve-se aplicar um antisséptico à base de iodo ou clohexidina para quem é intolerante ao iodo. e pode-se aplicar uma pomada antibiotica para prevenir infecções bacterianas.
Após a cicatrização deve-se iniciar um tratamento antifúngico preventivo, pois é muito frequente a instalação de uma infecção fúngica após um traumatismo ungueal.
Para isso deve recorrer a um podologista para realizar uma limpeza adequada da unha e aplicar um antifúngico adequado ao seu problema.
Cumprimentos,
Joana Azevedo
Podologista
Clínica Parque do Estoril / Clínica da Beloura
Tel: 219236381/0
(Artigo publicado em Outubro 2011 no Jornal 'Dica da Semana')
Cuide da sua Saúde e Bem-Estar
O uso regular de calçado fechado, essencial nos meses mais frios, propicia o aparecimento de alguns fungos nos pés, que muitas vezes são desvalorizados pelas pessoas. De facto, de acordo com um estudo realizado em 2007 pela Associação Portuguesa de Podologia, 86 por cento dos portugueses sofria de doenças nos pés, embora apenas 12 por cento dos inquiridos já tivesse ido a uma consulta de podologia, a ciência na área da saúde que estuda o pé. Segundo a podologista Joana Azevedo (http://podologia.sapo.pt/) “antes do inverno e do verão, quando mudamos de calçado aberto para fechado e de fechado para aberto respetivamente é a altura indicada procurar um podologista e fazer em check up podológico”. Mas na verdade, quer seja durante o inverno, quer seja durante o verão, existe uma série de cuidados básicos a ter em conta, por forma a manter a saúde dos pés, ou não fossem eles a base de sustentação de todo o corpo. “Lavar diariamente os pés com água não muito quente e sabão de pH neutro; secá-los cuidadosamente com uma toalha macia, especialmente entre os dedos; aplicar um creme ou uma loção hidratante para manter a pele suave e hidratada; usar sempre meias limpas e de fibras naturais, tal como o algodão, ou evitar andar descalço particularmente em locais públicos”, são alguns dos conselhos básicos avançados pela podologista Joana Azevedo, que salienta ainda a importância de “efetuar um corte retilíneo das unhas não as deixando demasiado curtas; não tentar remover as calosidades com objetos cortantes, ou de fricção e não usar calicidas ou outros produtos suscetíveis de provocar lesões ou agressões na pele”. A escolha de calçado confortável e adequado ao pé é um dos aspetos mais importantes a ter em consideração para garantir a sua saúde e bem-estar, principalmente durante o inverno (ver caixa de texto), uma vez que muitas das patologias podológicas características desta época do ano surgem precisamente devido a uma má escolha do calçado. Entre as principais patologias que podem surgir nos pés durante o inverno, destaque para os “eritemas pérnios ou frieiras, as unhas encravadas, as micoses (onicomicoses e dermatomicoses, respectivamente) e os calos e calosidades (helomas ou hiperqueratoses) provocados pela pressão dos saltos altos e/ou fricção das frentes apertadas”, diz esta podologista. Importante será referir que “o hábito de pintar constantemente as unhas também pode levar ao aparecimento de patologias ungueais, tais como as onicomicoses, pois cria uma barreira que impede a oxigenação natural e própria das unhas”, refere Joana Azevedo. Além disso, também as peles ou cutículas em volta das unhas não devem ser totalmente removidas, uma vez que funcionam como uma barreira de proteção entre a unha e a pele para determinado tipo de micro-organismos, que só provocam danos no nosso corpo se tiverem acesso a uma espécie de porta de entrada. De salientar, que quer a pessoa faça a sua própria pedicure em casa, quer a faça em estabelecimentos próprios, sempre que detetar uma alteração da pele ou das unhas, bem como o aparecimento de calos e calosidades, deve consultar de imediato um especialista em patologias do pé, como é o caso dos podologistas, para tratar convenientemente a patologia de forma elimina-la, evitando assim que esta se torne crónica.
Caixa de texto
Calçado para o dia-a-dia
Principais características a ter em conta
De acordo com a podologista Joana Azevedo existem alguns critérios básicos a ter em consideração na hora de escolher o calçado ideal para o dia-a-dia. Devemos escolher sempre modelos:
De salientar, que segundo esta especialista “a altura ideal para comprar sapatos é ao final do dia, quando o pé está mais dilatado”.
A escolha do calçado adequado é muito importante para a saúde do pé e para o bem-estar físico e psíquico do ser Humano em geral.
O calçado inadequado é das principais causas de dor no pé, restante membro inferior e coluna. É também o principal responsável pela má postura, entorses e lesões que não se limitam apenas ao membro inferior.
‘Todos os anos a população feminina perde 44 milhões de dias de trabalho devido a dores, causadas pelos saltos altos e sapatos inadequados.’
‘As mulheres têm 4 vezes mais problemas nos pés do que os homens, devido ao calçado inadequado’ e principalmente, devido ao uso de saltos altos e frente apertadas.
A indústria do calçado é cada vez mais standardizada, o que inevitavelmente prejudica as capacidades funcionais do pé.
Na hora de escolher o ‘sapato ideal’ para o dia-a-dia e principalmente para quem passa muito tempo em pé ou tem problemas nos pés, deve perceber e respeitar a máxima:
‘O sapato adapta-se ao pé e não é o pé que se adapta ao sapato’
É errado pensar que podemos comprar um sapato que está justo ou um pouco apertado porque passado uns dias já alargou.
O facto de ter alargado com a ajuda do pé, significa que o pé esteve comprimido, apertado e em esforço dentro do sapato. O mais certo é ter provocado dor ou incómodo o que já não é bom, mas o pior é que certamente provocou alterações ou deformações osteo-articulares e/ou musculo-ligamentares que por vezes não são imediatamente visíveis, mas que no futuro podem ter consequências devastadoras para o pé, como os joanetes, os dedos em garra, e os calos ou calosidades, entre outras.
Se pensarmos na anatomia, fisiologia e função biomecânica do pé percebemos que o calçado imposto para a vida em sociedade e o caminhar sobre solos artificiais prejudicam as capacidades e propriedades biomecânicas naturais do pé.
Na realidade um objecto estático como é o sapato nunca pode adaptar-se na perfeição a um órgão dinâmico como é o pé. Isto resulta numa relação de compromisso com os inevitáveis conflitos que qualquer solução de compromisso acarreta.
O pé é um órgão ancestral que está preparado para caminhar descalço sobre terrenos irregulares e algo adaptáveis às suas curvaturas. Se pensarmos nisto percebemos que caminhar num solo liso e estático, como aquele que temos nas cidades e nas nossas casas, não é o mais adequado para grande maioria dos pés adultos.
É por isso que 2 a 3cm de salto é apropriado e até indicado para quase todos os adultos, uma vez que contribui para a adaptação do pé ao solo artificial e nada ergonómico dos nossos dias.
Sapatos, meias, ortóteses plantares (palmilhas) ortóteses digitais (elementos de silicone que protegem os dedos), devem respeitar a biomecânica do pé, favorecer e permitir o arejamento cutâneo, não impedir a liberdade dos dedos, evitar o deslizamento do pé para a frente e a estabilidade transversal do pé, evitando desequilíbrios e instabilidade do pé.
Características a ter em conta na escolha do calçado para o dia-a-dia:
Mas há que estabelecer um critério de selecção dos saltos que não é igual para todas as mulheres.
O salto máximo fisiológico depende do declive do pé (inclinação do pé).
Sabemos que o declive máximo fisiológico é 10º, de forma a não colocar o pé bem como o restante membro inferior e coluna numa posição capaz de possibilitar alterações nefastas.
O declive é a relação entre o comprimento do pé e a altura do tacão; deste modo, podemos dizer que:
Os critérios básicos de selecção de calçado ideal para o dia a dia, são os acima referidos. Contudo existem outros critérios igualmente importantes que se puderem ser atendidos só trarão benefícios:
Resposta a algumas das Perguntas mais frequentes:
P: Qual é o tamanho ideal de salto que não comprometa a coluna ou uma má postura?
RESPOSTA
O salto máximo fisiológico depende do declive do pé (inclinação do pé).
Sabemos que o declive máximo fisiológico é 10º (de forma a não colocar o pé, o restante membro inferior e coluna numa posição capaz de possibilitar alterações nefastas).
O declive é a relação entre o comprimento do pé e a altura do tacão; deste modo, podemos dizer que:
As medidas acima referidas são as alturas máximas, pelo que devemos usar um salto que não esteja no limite máximo do desconforto para o organismo. Assim sendo podemos afirmar que para a maioria da população Portuguesa o Salto ideal varia entre 2 e 3 cm.
P: O sapato dito raso, não deverá ter alguns centímetros de salto? Porquê?
RESPOSTA
Se pensarmos na anatomia, fisiologia e função biomecânica do pé percebemos que o calçado imposto para a vida em sociedade e o caminhar sobre solos artificiais prejudicam as capacidades e propriedades biomecânicas naturais do pé.
Na realidade, um objecto estático como é o sapato nunca pode adaptar-se na perfeição a um órgão dinâmico como é o pé, isto resulta numa relação de compromisso com os inevitáveis conflitos.
O pé é um órgão ancestral que está preparado para caminhar descalço sobre terrenos irregulares e algo adaptáveis às suas curvaturas. Se pensarmos nisto percebemos que caminhar num solo liso e estático, como aquele que temos nas cidades e nas nossas casas, não é o mais adequado para grande maioria dos pés adultos.
É por isso que 2 a 3cm de salto é apropriado e até indicado para quase todos os adultos, uma vez que contribui para a adaptação do pé ao solo artificial e nada ergonómico dos nossos dias.
P: Actualmente há uma avalanche de cuidados para o pé, bem como uma oferta enorme em calçado anatómico (com um bom design) e que deixa o pé respirar. Haverá uma maior consciência de quão importante é o conforto do pé?
RESPOSTA
Sim, mas de facto ainda há um longo caminho a percorrer entre a ergonomia e o design. Muitas vezes há produtos com design atractivo e com rótulo ‘ergonómico’ ou ‘ortopédico’ usados abusivamente.
Por um lado percebemos que nos dias de hoje existe uma maior consciência e procura da saúde e do bem-estar, pelo que as pessoas procuram aquilo que é mais saudável, cómodo e as faz sentir bem.
Por outro lado a indústria e o mercado vão inovando e tentam levar até ao consumidor produtos cada vez melhores e mais atractivos.
Mas é nesta relação que por vezes está escondida uma realidade oposta. É que nem sempre o que é mais saudável, ergonómico e confortável para o pé, é o mais atractivo ou bonito, mediante os padrões de moda estabelecidos hoje em dia.
Sabendo as características que o calçado ideal deve ter facilmente percebemos que não se enquadram nas características do calçado moderno e estilizado que vemos nas sapatarias comuns. Por outro lado quando recorremos a lojas especializadas em calçado ergonómico, apercebemo-nos que na maioria dos casos não são assim tão ergonómicos ou têm um design que apenas se adequa a algumas pessoas.
P: Que conselhos dá a quem abusa dos saltos altos e a quem não se aguenta em cima de um salto?
RESPOSTA
O uso diário de saltos altos (acima de 4,5cm, já é um salto demasiado alto para quase todas as mulheres), pode provocar alterações irreversíveis a nível do membro inferior e da coluna vertebral e quase sempre provoca uma má postura.
O salto demasiado alto limita a base de sustentação do pé, o que se traduz numa superfície de apoio muito reduzida e desequilibrada, uma vez que as cargas são transferidas para a zona anterior do pé.
A nível do pé e restante membro inferior as alterações podem ser tão graves que muitas vezes são irreversíveis (mesmo recorrendo a cirurgia), como algumas formas de joanete ou Hallux Abductus Valgus, dedos em garra ou em martelo, encurtamento da musculatura posterior da perna (por vezes o paciente já nem é capaz de apoiar o calcanhar no chão), instabilidade do tornozelo (favorecendo entorses), metatarsalgias e fasceítes plantares (dores na planta do pé), calos, calosidades e unhas encravadas, entre outras.
A nível da coluna vertebral uma das alterações mais comuns é a hiperlordose (excesso de curvatura a nível lombar), que prejudica a postura e favorece o aparecimento de lesões osteo-articulares e musculo-ligamentares.
É verdade que o salto alto proporciona elegância, na medida em que alonga as pernas e favorece o ‘rabinho empinado’, mas o preço a pagar no futuro pode ser demasiado alto para alguns anos de elegância forçada.
O conselho que deixo a todas as mulheres é o que pratico; usem calçado confortável para o dia-a-dia e recorram aos saltos altos apenas em ocasiões especiais ou mais formais.
Desta forma prolongam a saúde e o bem-estar e evitam anos de sofrimento físico e psíquico.
Cumprimentos,
Joana Azevedo
Podologista
Contactos:
Blog: http://Podologia.sapo.pt
Mail: linhapodologica@sapo.pt
Telefone: 219236381
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